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“Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil”
co-curadoria de Aldrin Figueiredo, Clarissa Diniz, Divino Sobral, Marcelo Campos e Paula Ramos, consultoria de Fernanda Pitta
SESC 24 de Maio, São Paulo, 16 de fevereiro a 07 de agosto, 2022



“The silence of tired tongues”
Framer Framed, Amsterdã, Holanda, 24 de abril a 31 de julho, 2022
com: Aline Baiana, Arthur Chaves, Benedito Ferreira, Estêvão Parreiras, Julia Arbex, Luana Vitra,
Rodrigo Martins, Sofia Caesar, Tadáskía, Tiago Sant'Ana, Vitória Cribb, Wisrah Villefort, Yuli Yamagata




“Garganta”
Centro Internacional de Artes José de Guimarães, Guimarães, Portugal, 07 de maio a 18 de setembro, 2022
com: Afra Eisma, Asger Jorn & Nöel Arnaud, Dalila Gonçalves, Gabriel Abrantes, Gabriela Mureb,
Janaina Wagner, João Ferro Martins, La Chola Poblete, Leonor Teles, Luís Lázaro Matos, Oficina Arara,
Rosa Ramalho, Tom Zé


“Fantasy and experimentation:
Latin American art in the 20th and 21st centuries”
Denver Art Museum, Estados Unidos, outubro de 2021 a outubro de 2022
com: Agustin Cárdenas, Alice Rahon, Bridget Bate Tichenor, Gunther Gerszo, Leonora Carrington,
Olga Costa, Pedro Friedeberg, Rivane Neuenschwander, Roberto Matta



Bolsa Pampulha 2022, Belo Horizonte, Brazil
co-curadoria de Amanda Carneiro, organização do Viaduto das Artes
com: Artes Sapas, Comum, Cozinha Comum, ciber_org, Dalila Coelho,
Froiid, Hortência Abreu, Ing Lee, Ítalo Almeida, Joseane Jorge,
Luana Vitra, Lucas Emanuel, Marcelo Venzon, Marcus Deusdedit,
Mateus Moreira e Pedro Neves



catálogo “MAC Niterói: 2017-2020”
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"1 curadorx, 1 hora" consiste em uma série de entrevistas com curadoras e curadores que trabalham no campo das artes visuais e em diálogo com o Brasil. As conversas giram em torno de suas trajetórias, processos formativos, memórias e experiências. De pouco a pouco, o projeto se configura como um arquivo de depoimentos sobre os diversos usos e desusos do fazer curatorial no país perante suas diversas fragilidades institucionais, políticas e econômicas. Esta pesquisa preza pela diversidade regional, geracional, identitária e de sentidos para o que pode significar “ser curadorx”.

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